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Logística reversa na saúde cresce e ultrapassa 329 toneladas nas operações da Andreani

A logística reversa na saúde vem se consolidando como um elemento essencial dentro da cadeia de suprimentos farmacêutica e médico-hospitalar.

Em 2025, a Andreani Logística registrou um volume superior a 329 toneladas movimentadas em operações de retorno de medicamentos e equipamentos de saúde em todo o Brasil.

Esse resultado reflete a crescente importância de processos estruturados para o gerenciamento de produtos sensíveis, especialmente aqueles com alto valor agregado e exigências rigorosas de controle.

Importância da logística reversa no setor farmacêutico

A logística reversa de medicamentos desempenha um papel fundamental na destinação adequada de itens recusados, com validade próxima do vencimento ou impactados por intercorrências durante o transporte e armazenamento.

Além de evitar perdas, esse processo contribui diretamente para:

  • A gestão eficiente de estoques sensíveis

  • A reorganização de lotes

  • O cumprimento das normas regulatórias da saúde

  • A rastreabilidade e segurança dos produtos

Com isso, a logística reversa deixa de ser apenas uma etapa operacional e passa a atuar como uma estratégia essencial para a sustentabilidade e eficiência da cadeia.

Operações especializadas e controle rigoroso

Com expertise no transporte e armazenagem de medicamentos, produtos para saúde e dermocosméticos, a Andreani conta com uma equipe dedicada exclusivamente à logística reversa. Esse modelo garante maior padronização, agilidade e confiabilidade em todas as etapas do processo.

Desde a solicitação de devolução até a destinação final, cada fase é conduzida com controle rigoroso, assegurando a integridade das cargas e a conformidade com as exigências sanitárias.

Desafios da logística reversa na saúde

Apesar dos avanços, a operação de logística reversa no setor de saúde ainda apresenta desafios relevantes. Entre os principais pontos estão:

  • Diferenças nas legislações tributárias entre estados

  • Menor previsibilidade nos fluxos de retorno

  • Complexidade na malha logística para coletas descentralizadas

Enquanto o envio de mercadorias ocorre de forma mais estruturada a partir de grandes centros, o retorno exige planejamento detalhado para evitar atrasos e custos adicionais.

Como funciona o processo de devolução

O fluxo de logística reversa tem início quando o produto é recusado pelo destinatário. A partir disso, a operação é acionada para coordenar o retorno da carga ao ponto de origem.

O processo envolve:

  • Contato com o cliente

  • Planejamento da coleta

  • Definição do modal (rodoviário ou aéreo)

  • Monitoramento da operação

Em casos específicos, também pode ocorrer a substituição do pedido, sempre respeitando os protocolos de controle e rastreabilidade.

Controle de qualidade e destinação final

Após o retorno às unidades operacionais, os produtos passam por uma área segregada e por uma análise criteriosa de qualidade. Nessa etapa, é definido se o item pode ser reintegrado ao estoque ou se deve ser descartado.

Quando o descarte é necessário, a operação segue padrões ambientais rigorosos, incluindo o envio para incineração com parceiros homologados, garantindo total conformidade com as normas vigentes.

Logística reversa como diferencial competitivo

A evolução da logística reversa na saúde reforça seu papel estratégico dentro da cadeia logística. Mais do que viabilizar devoluções, esse processo agrega valor ao negócio, reduz riscos, melhora a gestão de estoques e fortalece a segurança operacional.

Empresas que investem em soluções estruturadas de logística reversa tendem a ganhar eficiência, reduzir custos e atender com mais qualidade às exigências do setor farmacêutico.

Fonte: Abol


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